ORIGEM DO CAFÉ EXPRESSO

ORIGEM DO CAFÉ EXPRESSO

Julho 21, 2022 0 Por Hermano Coffee

Quem diria que aquela planta da Etiópia seria um dos motivos para reunir tanta gente e curtir um bom papo.

O fruto dessa planta gerou o café, que se transformou em um dos mais belos hábitos que conhecemos.

Quente, frio, misturado ou puro, o café é parte do dia a dia do brasileiro, principalmente em sua versão coada, feita em casa.

Se tem um tipo dessa bebida que está crescendo cada vez mais é a versão mais forte e encorpada, o bom café expresso.

Apesar de ser muito encontrado em restaurantes e cafeterias, o café expresso ainda não é comum de ser feito em casa. Para isso, você precisa de uma máquina especial, que torne a bebida mais forte e intensa.

Parece complicado? Nem um pouco.

O café expresso é uma delícia de ser apreciado e, a partir de agora, você vai aprender o que é exatamente essa bebida.

Como o CAFÉ expresso VIROU bebida CHIQUE?

Apesar de o grão do café ter sido descoberto, segundo pesquisas, no século V, o expresso foi criado no ano de 1901, por Luigi Bezzera, na Itália, como tantas outras descobertas gastronômicas.

Depois de mais de um século de história e aperfeiçoamento dessa versão da bebida mais querida do mundo, nós consumimos um bom expresso sem saber que, na verdade, o termo surgiu somente na década de 1940.

Isso significa que esse tempo todo o café expresso ganhou o mundo através das poderosas máquinas de Archille Gaggia, que comprimiam o pó do café para que a água quente se transformasse na bebida forte, bem diferente do resultado de sua versão coada.

Hoje, então, é comum experimentarmos um bom café expresso até mesmo depois da refeição mais rápida. Mas até cerca de 20 anos atrás, essa era uma bebida destinada apenas aos lugares mais finos das cidades.
Como os tempos mudam, o acesso ao café expresso também se tornou presente na vida de todo brasileiro.

O QUE É CAFÉ EXPRESSO?

Quando surgiu, o café expresso era um experimento, uma tentativa de compreender melhor os grãos dessa planta tão misteriosa e aromática.

Em uma máquina própria para isso, os grãos são processados até se transformarem no bom e velho conhecido pó de café.

Em seguida, são compactados, na quantidade definida para gerar uma xícara, para que a água quente passe por esse processo e resulte no expresso.

Diferente do café coado, o expresso precisa de água quente, sem que tenha seu levantamento de fervura em contato com o pó, senão ele vai queimar e deixar a bebida ainda mais amarga.

Aliás, ela fica amarga justamente porque está compactada e, com o passar de água quente pelo pó com muito menos espaço do que ele tem quando é coado, o sabor e o aroma da bebida são absorvidos na xícara ao final do processo.

É por isso que o café expresso é tão diferente do que estamos acostumados a saborear com a bebida coada.

Aliás, em italiano, seu nome ganha um “S” ao invés do “X”, ficando com a grafia “espresso”, que significa espremido.

VIDA DO BRASILEIRO MUDOU COM O HÁBITO DO CAFÉ…

No Brasil, estamos acostumados a tomar café todos os dias, seja para acordar bem ou durante a tarde, para apreciar uma reunião no trabalho ou acompanhar um pedaço de bolo.

Esse hábito mudou o dia a dia do brasileiro, que há décadas considera essa bebida sua parceira para se manter desperto e aquecido.

Por mais que o chá seja muito bem-vindo em diversas regiões do país, é a bebida que surgiu na Etiópia que ganha a preferência.

Quando o café expresso começou a fazer sucesso no país, se espalhando por diversas regiões de suas grandes cidades e, em seguida, ganhando os mais variados estabelecimentos, ainda na década de 1980, um novo hábito surgiu.

A partir dali, o gosto do brasileiro por essa bebida intensa se tornou rapidamente disseminado.

Sabe por quê? Porque o café expresso virou sinônimo de energia. E somente ele ajudaria você a passar por um longo dia de trabalho.

A propaganda deu certo, porque hoje você deve estar lendo sobre essa bebida com a sua xícara de expresso na mão.

GRÃOS MAIS “FAMOSOS”

Você tem ideia de quantos tipos de grãos de café existem? Muitos.

Os mais populares são quatro: arábica, robusta, liberica e excelsa.

Para você ter ideia da grande diferença dos 4 tipos de grãos de forma rápida, basta que você saiba o seguinte sobre cada um:

café arábica é o mais comum, com seus grãos produzidos em altitudes elevadas, resultando em uma bebida delicada, que cai bem com cremes e precisa ser servido sempre quente.

Por sua vez, o café robusta traz nuances que combinam com seu nome, o que significa uma bebida mais forte, encorpada e com poucas nuances cítricas. É um dos mais utilizados para o café expresso.

Apesar de não ser tão comum quanto os anteriores, o café liberica é mais floral e frutado, ou seja, é o ideal para momentos mais doces, com acompanhamentos que não criem contraste tão grande com a bebida.

Por fim, o café excelsa tem semelhanças com o liberica, mas seu sabor também traz notas azedas às doces, o que cria a complexidade de uma bebida naturalmente amarga, ou seja, com três sabores ao mesmo tempo.

No final das contas, todos podem ser utilizados para fazer um bom expresso, desde que sejam comprimidos na pressão.

Vale ressaltar que não são todos que tornam a bebida característica, e sim o grão do café robusta.

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